CARNAVAL 2016
Carnaval integra usuários dos serviços de assistência social
O público atendido pelos serviços da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc) participou de festas de integração em ritmo de carnaval nesta quinta-feira, 28. A folia empolgou os moradores da Casa Lar para Idosos e os usuários dos centros de referência Hípica, Norte e Santa Rosa.
Integrante do grupo do Cras Santa Rosa, Dona Mara Flor dançava empolgada ao som das marchinhas.
Região Sul - No Cras Hípica, máscaras, fantasias e animação não faltaram no Grito de Carnaval dos dois grupos de idosos, que reúne 54 pessoas. No ritmo do samba, marchinhas e variadas cadências musicais, eles se divertiram durante a tarde.
Tânia Silveira, 66 anos, era uma das mais animadas. Ela está no grupo há dois anos, desde que se aposentou e foi chamada por uma amiga para integrar o Serviço de Convivência e Fortalecimento e Vínculos para idosos do Cras Hípica:
O coordenador do Cras, Oscar Martins Melo, encontros como este servem para fortalecer os vínculos entre eles e o serviço, salientando que a proximidade do Cras com a unidade de saúde auxilia na participação cada vez maior de idosos da região:
Casa Lar - A festa dos aniversariantes do mês teve o carnaval como tema. E como convidado especial, o grupo de idosos do Centro Dia do Idoso (CDI) Portal da Felicidade. O presidente em exercício da Fasc, Mário Fraga, participou do evento. Animados pela bateria do bloco Maria do Bairro, idosos e equipes técnicas se divertiram, com máscaras e adereços confeccionados na oficina de artes, coordenada pela moradora da Casa Lar para Idosos Ester Rohden.
Depois de cantar parabéns aos moradores da Casa Lar, os idosos do CDI presentearam os quatro aniversariantes com cartões produzidos por eles mesmos. Um dos homenageados foi seu Carlos Francisco, que completou 62 anos no último dia 19, revelando sua alegria em passar seu primeiro aniversário na Casa Lar para Idosos: “ Pra mim é um privilégio poder estar aqui”, diz.
Contente também revelou estar a convidada Vera Marques de 72 anos, que acessa o CDI há dois anos: “Nosso negócio é sair de casa, parar de olhar para as paredes e nos comunicar, fazer amizades e movimentar a vida”, aconselha.
Fonte: Prefpoa

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